Cesário Borga iniciou a aventura na ficção com O Agente da Catalunha em 2012, a que se seguiu Ethel-Amanhã em Lisboa em 2014 e, agora, O Último Beijo da Mamba[...]
Cesário Borga iniciou a aventura na ficção com O Agente da Catalunha em 2012, a que se seguiu Ethel-Amanhã em Lisboa em 2014 e, agora, O Último Beijo da Mamba Verde, história de amor e violência inspirada em muitas memórias (incluindo a do autor) e acontecimentos que só aos poucos se vão conhecendo.
A ficção é uma experiência que chega depois de andar enredado durante mais de 40 anos nas histórias do dia a dia, transformadas em notícias e reportagens, durante uma carreira jornalística que começou na Flama, no final dos anos sessenta, passou por A Capital (1970); Diário de Lisboa (1972); O Jornal (colaborador de 1980 a 1984); RTP (1974 a 2010), onde foi correspondente em Espanha de 1998 a 2005.
Pelo mesmo diapasão do jornalismo se orientaram outras experiências: foi co-autor, com Mário Cardoso e Avelino Rodrigues, de O Movimento dos Capitães e o 25 de Abril (5 edições, em 1974, 1975, 2001 e 2014, esta última na Planeta) e co-autor do guião do filme Solo de Violino de Monique Rutler.